Aqui vai uma experiência minha de escrever um poema, opiniões e criticas sempre aceites!
Oh, como senti a tua falta minha folha de papel!
Sempre tão pronta para me ler,
Até à mais íntima palavra.
Sempre tão pronta a ajudar,
A manter as letras direitas
Quando a mão já me começa a tremer
De emoção, temor, amor, raiva.
Preencho-te um vazio
De um vazio que havia dentro de mim.
De branco a tinta azul
Vais tomando forma, por fim.
Folha linda, borratada de lágrimas salgadas
Dás vida a este mar sentimental
Cujas ondas me desgastam a alma.
Para mim, já é tudo tão banal,
A almofada, constante noite molhada
De sorrisos inexistentes, mal amada.

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